Arquivo de Novembro, 2007

Spe Salvi

Aí está a segunda Encíclica do Papa Bento XVI.

Podemos dizer que o assunto principal da Encíclica é a Esperança, especialmente Paulina porque é “S. Paulo que aborda mais o tema da esperança”. Aborda também o tema da vida eterna.

Conforme fores lendo podes acrescentar aqui o teu Comentário.

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Taizé

 

O sucessor do irmão Roger, fundador desta comunidade ecumênica surgida em Borgonha, confiou seus sentimentos a um artigo publicado na primeira página da edição em italiano de «L’Osservatore Romano». «Em Taizé, nossos corações se alegraram quando soubemos que o Santo Padre apresentou à reflexão dos cardeais a questão do ecumenismo», reconhece. «Ao acolher tantos jovens, sabemos que muitos deles já não compreendem o sentido das divisões confessionais herdadas do passado. Se não tomamos consciência disto, corremos o risco de não poder acompanhá-los até os mananciais da confiança da fé», afirma o prior. «Como é possível ser testemunhas do Deus de amor e deixar perdurar nossas divisões?», pergunta. «A reconciliação não é uma das muitas dimensões do Evangelho, é sua síntese», adverte. Citando a intervenção do cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, o irmão Alois explica que o caminho para a unidade dos cristãos «não é só um intercâmbio de idéias, mas de dons». «Este ecumenismo de intercâmbio não é um empobrecimento, mas um enriquecimento recíproco», recorda o irmão Alois.

 Zenit

Vida Eterna

Hoje tivemos mais uma sessão do grupo com o tema a “Vida Eterna”. Foi preparado e apresentado pela Fernanda Viana. deixo aqui algumas reflexões sobre o tema de hoje. Quem quiser pode comentar.

CIC (Catecismo da Igreja Católica)

1274. O “selo do Senhor” (“Dominicus character”) é o selo com o qual o Espírito Santo nos marcou “para o dia da redenção” (Ef 4,30). “O Baptismo, com efeito, é o selo da vida eterna.” O fiel que tiver “guardado o selo” até ao fim, isto é, que tiver permanecido fiel às exigências de seu Baptismo, poderá caminhar “marcado pelo sinal da fé”, com a fé de seu Baptismo, à espera da visão feliz de Deus – consumação da fé – e na esperança da ressurreição.

1020. O cristão, que une sua própria morte à de Jesus, vê a morte como um caminhar ao seu encontro e uma entrada na Vida Eterna. Depois de a Igreja, pela última vez, pronunciar as palavras de perdão da absolvição de Cristo sobre o cristão moribundo, selá-lo pela última vez com uma unção fortificadora e dar-lhe o Cristo no viático como alimento para a Viagem, diz-lhe com doce segurança estas palavras.

1998. Esta vocação para a vida eterna é sobrenatural. Depende integralmente da iniciativa gratuita de Deus, pois apenas Ele pode se revelar e dar-se a si mesmo. Esta vocação ultrapassa as capacidades da inteligência e as forças da vontade do homem, como também de qualquer criatura.

 

Leitura de Meditação (1Cor 15, 35-58)

O modo da ressurreição - 35Mas dir-se-á: Como ressuscitam os mortos? Com que corpo regressam? 36Insensato! O que semeias não volta à vida, se primeiro não morrer. 37E o que semeias não é o corpo que há-de vir, mas um simples grão, por exemplo, de trigo ou de qualquer outra espécie. 38É Deus que lhe dá o corpo, como lhe apraz; dá a cada uma das sementes o corpo que lhe corresponde. 39Nem toda a carne é a mesma carne, mas uma é a dos homens, outra a dos animais, outra a dos pássaros, outra a dos peixes. 40Há corpos celestes e corpos terrestres, mas um é o esplendor dos celestes e outro o dos terrestres. 41Um é o esplendor do Sol, outro o da Lua e outro o das estrelas, e até uma estrela difere da outra em esplendor. 42Assim também acontece com a ressurreição dos mortos: semeado corruptível, o corpo é ressuscitado incorruptível; 43semeado na desonra, é ressuscitado na glória; semeado na fraqueza, é ressuscitado cheio de força; 44semeado corpo terreno, é ressuscitado corpo espiritual. Se há um corpo terreno, também há um corpo espiritual. 45Assim está escrito: o primeiro homem, Adão, foi feito um ser vivente e o último Adão, um espírito que vivifica. 46Mas o primeiro não foi o espiritual, mas o terreno; o espiritual vem depois. 47O primeiro homem, tirado da terra, é terrestre; o segundo vem do céu. 48Tal como era o terrestre, assim são também os terrestres; tal como era o celeste, assim são também os celestes. 49E assim como trouxemos a imagem do homem da terra, assim levaremos também a imagem do homem celeste. 50Digo-vos, irmãos: o homem terreno não pode herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdará a incorruptibilidade. 51Vou revelar-vos um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados; 52num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final – pois a trombeta soará – os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. 53É, de facto, necessário que este ser corruptível se revista de incorruptibilidade e que este ser mortal se revista de imortalidade. 54E, quando este corpo corruptível se tiver revestido de incorruptibilidade e este corpo mortal se tiver revestido de imortalidade, então cumprir-se-á a palavra da Escritura: A morte foi tragada pela vitória. 55Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? 56O aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a Lei. 57Mas sejam dadas graças a Deus que nos dá a vitória por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo. 58Assim, meus queridos irmãos, sede firmes, inabaláveis, e progredi sempre na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é inútil no Senhor.

Festa do Cristo Rei

 Jesus Cristo, Rei do universo e dos corações

A solenidade de Cristo Rei, quanto à sua instituição, é muito recente. Foi estabelecida pelo Papa Pio XI em 1925, em resposta aos regimes políticos ateus e totalitários que negavam os direitos de Deus e da Igreja. O clima em que nasceu a solenidade é, por exemplo, o da revolução mexicana, quando muitos cristãos enfrentaram a morte gritando até o último suspiro: «Viva Cristo Rei». Mas, se a instituição da festa é recente, não é assim seu conteúdo e seu ideal, que é antiga e nasce, pode-se dizer, com o cristianismo. A frase «Cristo reina» tem seu equivalente na profissão de fé «Jesus é o Senhor», que ocupa um lugar central na pregação dos apóstolos.

A passagem evangélica é a da morte de Cristo, porque é nesse momento quando Cristo começa a reinar no mundo. A cruz é o trono desse rei. «Havia acima dele uma inscrição: ‘Este é o Rei dos judeus’». Aquele que nas intenções dos inimigos devia ser a justificação de sua condenação era, aos olhos do Pai celestial, a proclamação de sua soberania universal.

Para descobrir como a aproximação desta festa nos toca, basta recordar uma distinção simplíssima. Existem dois universos, dois mundos ou cosmos: o macrocosmo, que é o universo grande e exterior a nós, e o microcosmo, ou pequeno universo, que é cada homem. A própria liturgia, na reforma que seguiu o Concílio Vaticano II, sentiu a necessidade de mudar o acento da festa, enfatizando seu aspecto humano e espiritual, mais que o – por assim dizer – político. A oração da solenidade já não pede, como fazia antes, que «se conceda a todas as famílias do mundo submeter-se à doce autoridade de Cristo», mas, que «toda criatura, livre da escravidão do pecado, sirva à vossa majestade e vos glorifique eternamente».

No momento da morte de Cristo, lê-se na passagem evangélica – recordemos –, pendia sobre sua cabeça a inscrição «Jesus é o Rei dos judeus»; os presentes o desafiavam a mostrar abertamente sua realeza e muitos, também entre os amigos; esperavam uma demonstração espectacular de sua realeza. Mas Ele escolheu mostrar sua realeza preocupando-se por um homem solitário e malfeitor: «Jesus, lembra-te de mim quando estiveres em teu reino. Respondeu-lhe: ‘Em verdade te digo, hoje mesmo estarás comigo no paraíso’».

Nesta perspectiva, a pergunta importante que devemos fazer na solenidade de Cristo Rei não é se Ele reina ou não no mundo, mas se reina ou não dentro de mim; não se sua realeza está reconhecida pelos Estados e pelos governos, mas, se é reconhecida e vivida por mim. Cristo é Rei e Senhor da minha vida? Quem reina dentro de mim, quem fixa os objectivos e estabelece as prioridades: Cristo ou algum outro? Segundo São Paulo, existem duas formas possíveis de viver: ou para si mesmo ou para o Senhor (Rm 14, 7-9). Viver «para si mesmo» significa viver como quem tem em si mesmo o próprio princípio e próprio fim; indica uma existência fechada em si mesma, orientada somente pela própria satisfação e glória, sem perspectiva alguma de eternidade. Viver «para o Senhor», ao contrário, significa viver por Ele, isto é, por e para sua glória, por e para seu reino.

Trata-se verdadeiramente de uma nova existência, frente à qual a morte perdeu seu carácter irreparável. A contradição máxima que o homem experimenta desde sempre – aquela entre a vida e a morte – foi superada. A contradição mais radical já não é aquela entre «viver» e «morrer», mas, entre viver «para si mesmo» e viver «para o Senhor».

Traduzido por Zenit

Liturgia do XXXIV Domingo do tempo ordinário [C]

2 Samuel 5, 1-3; Colossenses 1, 12-20; Lucas 23, 35-43

 

Nova Encíclica: «Salvos pela esperança»

 «Salvos pela esperança» («Spe salvi»), a nova encíclica de Bento XVI, não só será assinada por Bento XVI em 30 de novembro, como havia informado o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, mas também será publicada nesse mesmo dia em vários idiomas.

O anúncio foi feito pela Sala de Informação da Santa Sé nesta sexta-feira, revelando que o documento papal será apresentado aos jornalistas nesse dia pelos cardeais Georges Marie Martin Cottier, O.P., teólogo emérito da Casa Pontifícia, e Albert Vanhoye, S.J., professor emérito de Exegese do Novo Testamento no Pontifício Instituto Bíblico.

O documento será apresentado pelo Vaticano em latim, espanhol, italiano, francês, inglês, português, polaco e alemão.

A segunda encíclica deste pontificado continua a meditar na segunda parte das virtudes teologais, depois de ter refletido sobre o amor em «Deus caritas est» (assinada em 25 de dezembro de 2005).

Bento XVI refletiu sobre a carta de São Paulo aos Romanos (8, 24) na qual diz: «A nossa salvação é objecto de esperança; e ver o que se espera, não é esperar. Acaso alguém espera o que vê?».

A esperança é um tema importante no magistério de Bento XVI. Na homilia que pronunciou em Nápoles em 21 de outubro, antes de inaugurar o encontro mundial de líderes religiosos pela paz, por exemplo, pronunciou esta palavra em onze ocasiões.

Essa quinta-feira, o cardeal Tarcísio Bertone havia tornado pública a novidade no IV congresso mundial dos organismos eclesiais dedicados à justiça e à paz, por ocasião do quadragésimo aniversário da encíclica «Populorum Progressio», de Paulo VI. «O Papa firmará a próxima encíclica dedicada à esperança em 30 de novembro próximo», afirmava o cardeal Bertone. Nesta data comemora-se a festa litúrgica de Santo André, apóstolo. Normalmente os Papas não publicam estes documentos no dia assinatura, mas são apresentados à opinião pública dias depois. O próprio cardeal Bertone havia revelado no verão que o Papa estaria preparando também uma encíclica de «carácter social». Esse documento será publicado posteriormente.

Zenit

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UM BLOG!?!?!? QUE MÁXIMO!

PARABÉNS AO APROFUNDAR! UM BLOG!?!?!? QUE MÁXIMO!

 Bem, se visitarem o nosso blog, lembrar-se-ão que no próximo Domingo receberemos a visita da Fernanda Viana para nos falar um pouco da “Vida Eterna”. Aliás, todos visitaremos a casa da família Oliveira…

Ela ficou muito satisfeita com o convite, apesar de considerar que tem muito pouco para partilhar.

Quem a conhece bem sabe que a Fernanda pode não ser a melhor oradora à face da terra, mas tem muito conhecimento religioso para partilhar connosco.

Até Domingos,

Beijinhos

Susana

PS: Bento e Susaninha: bom trabalho!

Oração de Taizé

Na próxima 2ª feira, dia 26 de Novembro, haverá uma Oração de Taizé na paróquia às 21h30. Esta actividade é organizada pela Pastoral Jovem e espera contar com a participação de todos os jovens.

Sessão do Aprofundar

Tal como estava programado, este Domingo haverá sessão do Aprofundar na casa da Sónia e do Bento, às 21h30. A sessão será preparada pela Fernanda Viana e seria bom que todos pudessem comparecer.

11 de novembro 2007

 32º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Ambientação: 

A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre os horizontes últimos do homem e garante-nos a vida que não acaba.Na primeira leitura, temos o testemunho de sete irmãos que deram a vida pela sua fé, durante a perseguição movida contra os judeus por Antíoco IV Epifanes. Aquilo que motivou os sete irmãos mártires, que lhes deu força para enfrentar a tortura e a morte foi, precisamente, a certeza de que Deus reserva a vida eterna àqueles que, neste mundo, percorrem, com fidelidade, os seus caminhos.No Evangelho, Jesus garante que a ressurreição é a realidade que nos espera. No entanto, não vale a pena estar a julgar e a imaginar essa realidade à luz das categorias que marcam a nossa existência finita e limitada neste mundo; a nossa existência de ressuscitados será uma existência plena, total, nova. A forma como isso acontecerá é um mistério; mas a ressurreição é uma certeza absoluta no horizonte do crente.Na segunda leitura temos um convite a manter o diálogo e a comunhão com Deus, enquanto esperamos que chegue a segunda vinda de Cristo e a vida nova que Deus nos reserva. Só com a oração será possível mantermo-nos fiéis ao Evangelho e ter a coragem de anunciar a todos os homens a Boa Nova da salvação.  

LEITURA I – 2 Mac 7,1-2.9-14

Leitura do Segundo Livro de Macabeus Naqueles dias, foram presos sete irmãos, juntamente com a mãe, e o rei da Síria quis obrigá-los, à força de golpes de azorrague e de nervos de boi, a comer carne de porco proibida pela Lei judaica. Um deles tomou a palavra em nome de todos e falou assim ao rei: «Que pretendes perguntar e saber de nós? Estamos prontos para morrer, antes que violar a lei de nossos pais».Prestes a soltar o último suspiro, o segundo irmão disse: «Tu, malvado,pretendes arrancar-nos a vida presente, mas o Rei do universo ressuscitar-nos-á para a vida eterna, se morrermos fiéis às suas leis». Depois deste começaram a torturar o terceiro.Intimado a pôr fora a língua, apresentou-a sem demora e estendeu as mãos resolutamente, dizendo com nobre coragem: «Do Céu recebi estes membros e é por causa das suas leis que os desprezo, pois do Céu espero recebê-los de novo».O próprio rei e quantos o acompanhavam estavam admirados com a força de ânimo do jovem, que não fazia nenhum caso das torturas. Depois de executado esteúltimo, sujeitaram o quarto ao mesmo suplício.Quando estava para morrer, falou assim: «Vale a pena morrermos às mãos dos homens, quando temos a esperança em Deus de que Ele nos ressuscitará; mas tu, ó rei, não ressuscitarás para a vida». Palavra do Senhor 

Mensagem

A história apresenta-nos, portanto, uma família de sete irmãos e da sua mãe, que o rei pretendia coagir (através da tortura) a abandonar a fé e a comer carne de porco (proibida pela Lei, por ser carne de um animal “impuro”). O nosso trecho apresenta as respostas corajosas de alguns destes irmãos, preocupados mais com a fidelidade aos valores judaicos e à fé dos pais, do que com as ameaças do rei.Os sete irmãos tiveram a coragem de defender a sua fé até à morte, porque acreditavam que Deus lhes devolveria outra vez a vida, uma vida semelhante àquela que lhes ia ser tirada. O Deus criador tem, de acordo com a catequese aqui feita, o poder de ressuscitar os mártires para a vida eterna…  

LEITURA II – 2 Tes 2,16-3,5

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Tessalonicenses Irmãos: Jesus Cristo, nosso Senhor, e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu, pela sua graça, eterna consolação e feliz esperança, confortem os vossos corações e os tornem firmes em toda a espécie de boas obras e palavras.Entretanto, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague rapidamente e seja glorificada, como acontece no meio de vós. Orai também, para que sejamos livres dos homens perversos e maus, pois nem todos têm fé. Mas o Senhor é fiel: Ele vos dará firmeza e vos guardará do Maligno.Quanto a vós, confiamos inteiramente no Senhor que cumpris e cumprireis o que vos mandamos. O Senhor dirija os vossos corações, para que amem a Deus e aguardem a Cristo com perseverança. Palavra do Senhor 

Mensagem

O convite a permanecer fiéis às tradições recebidas vai acompanhado de uma súplica a Deus Pai e a Jesus Cristo, para que tornem possível essa fidelidade (2,16-17). Mais uma vez fica claro que, no processo de salvação do homem, há dois planos: o dom de Deus e o esforço de fidelidade do homem. É preciso, no entanto, deixar claro que, sem a graça de Deus, o esforço do homem seria inútil.A oração de uns pelos outros é uma forma preciosa de solidariedade cristã. O autor da carta sabe que, sem a ajuda de Deus, será impossível ao apóstolo dar testemunho. 

EVANGELHO – Lc 20,27-38 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas  Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns saduceus – que negam a ressurreição – e fizeram-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se morrer a alguém um irmão, que deixe mulher, mas sem filhos, esse homem deve casar com a viúva, para dar descendência a seu irmão’.Ora havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos. O segundo e depois o terceiro desposaram a viúva; e o mesmo sucedeu aos sete, que morreram e não deixaram filhos.Por fim, morreu também a mulher. De qual destes será ela esposa na ressurreição, uma vez que os sete a tiveram por mulher?»Disse-lhes Jesus: «Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento. Mas aqueles que forem dignos de tomar parte na vida futura e na ressurreição dos mortos, nem se casam nem se dão em casamento.Na verdade, já nem podem morrer, pois são como os Anjos, e, porque nasceram da ressurreição, são filhos de Deus.E que os mortos ressuscitam, até Moisés o deu a entender no episódio da sarça ardente, quando chama ao Senhor ‘oDeus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’. Não é um Deus de mortos, mas de vivos, porque para Ele todos estão vivos». Palavra da Salvação 

Mensagem

A questão central do nosso texto gira à volta da ressurreição, um tema que não significava nada para os saduceus. O objectivo de ridicularizar a crença na ressurreição: uma mulher casou, sucessivamente, com sete irmãos, cumprindo a lei do levirato. Quando ressuscitarem, ela será mulher de qual dos irmãos?A primeira parte da resposta de Jesus (vers. 27-36) afirma que a ressurreição não é uma simples continuação da vida que vivemos neste mundo, mas uma vida nova e distinta, uma vida de plenitude que dificilmente podemos entender a partir das nossas realidades quotidianas.O poder de Deus, que chama os homens da morte à vida, transforma e assume a totalidade do ser humano, de forma que nascemos para uma vida totalmente nova e em que as nossas potencialidades serão elevadas à plenitude.A segunda parte da resposta de Jesus (vers. 37-38) é uma afirmação da certeza da ressurreição. 

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Pai-Nosso 


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